
5 coisas q eu não vivo sem: Ps: O blogger está de putaria com as imagens... AGAIN :P.
Andaram me perguntando se eu ainda estou viva... E bem, acho que sim - ao menos estava desde a última vez que eu chequei. Só que a minha vida tem sido repleta de momentos desinteressantes, por isso a ausência. É esse o tipo de coisa deprimente que o estudo, a gripe e os aborrecimentos familiares fazem com você... Mto trabalho e pouca diversão transformam a Debbie numa chata!! Ainda estou sem inspiração. Ainda estou estudando em quase todas as horas vagas (nem tão vagas assim, ultimamente). Ainda estou arrumando disposição pra ir assistir Homem Aranha 3 e Piratas do Caribe, e ando me sentindo cada vez mais velha e embolorada. Eu já estou na fase do "no meu tempo".... Argh. Continuo detestando aqueles adolescentes mal educados que se proliferam pelo shopping center feito gremlins e tornam a minha livraria favorita um lugar quase insuportável de permanecer dentro... E sim, esse é um daqueles post que regulam de tamanho com a imagem. Big affe pra mim... Ao menos o Doh me deu algo pra escrever, e, assim que estiver pronto, eu posto aqui... Bjo!
Em linhas gerais, é essa a “aterrorizante” lista de critérios. Será que é tão difícil encontrar alguém assim? Ou isso é um subproduto da minha mente viciada em romance de banca e os homens assim simplesmente só existem nas prateleiras da livraria?!
Há 5 anos eu... Tinha começado a trabalhar em outro emprego de verdade, advogando numa área carente da cidade. Aprendi que a política é má, que as pessoas humildes podem ser incrivelmente agradecidas (e incrivelmente estúpidas, também), e que você não pode ter medo de falar com desconhecidos e nem de assumir compromissos. Ganhei meu primeiro carro meu e passei bastante tempo em médicos com meu pai. Sai de uma relação que não tinha futuro para ninguém, especialmente para mim. Já tinha criado a minha própria franquia de RPGs online – pena que isso não me rendeu dinheiro. Mas rendeu mta gente especial na minha vida! E algumas grandes decepções...
Há 2 anos eu... Passei por uma cirurgia de redução de estômago, emagreci uma pessoa inteira, me redescobri como criatura do sexo feminino. Perdi meu pai depois de meses de uma batalha dura no hospital, uma perda que criou um rombo irreparável na minha vida. Descobri com quem eu podia e não podia contar na hora do aperto. Fiz uma tatuagem, e foi uma das coisas que me deu aquela estranha sensação de sonho realizado, que é uma das mais lisérgicas sensações que a gente pode passar nessa vida. Ah, fui também gentilmente convidada a sair do meu emprego na prefeitura. Percebi que essas amizades do ambiente de trabalho são meramente circunstanciais...
Há 1 ano eu... Viajei de avião pela 1ª vez. Conheci São Paulo, uma cidade muito mais bonita e receptiva do que eu imaginava que ela fosse. Uma pessoa especial se mostrou muito mais especial do que eu imaginava também, e ela mora definitivamente no meu coração desde então. Infelizmente, tive uma outra grande decepção com alguém de quem eu gostava muito. Mais uma amizade rompida, mais sentimento investido num buraco negro impossível de ser satisfeito. Me aproximei bastante de alguns membros da família e me afastei de outros mais ou menos na mesma intensidade...
Ontem eu... Orei, pela primeira vez em anos, e isso fez com que eu me sentisse extraordinariamente bem. Chorei como uma cretina vendo tv, pq eu sou uma manteiga derretida hipersensível às vezes. Fui xingada por alguém de quem eu gosto muito e ri com essa pessoa. Assisti Ugly Betty (amo internet... kkk).
-Abraço da mamma
-Internet
-Água
-Chocolate
-Livros
5 coisas q eu compraria com 1000 reais:
-Uma tatuagem nova
-Roupas
-Um perfume Nina da Nina Ricci
-Livros
-Pagaria a conta da Renner :P.
5 maus hábitos...
-Uma tendência horrorosa a se culpar por atitudes alheias estranhas
-Não fazer tanto exercício quanto deveria
-Pavio curto, muito curto, inexistente
-Dormir demais
-Dizer palavrões em excesso
3 coisas q me assustam:
-Violência
-Incerteza
-Solidão
3 coisas q eu tô vestindo agora...
-Uma camiseta dos tempos que eu era 50kg maior
-Underwear
-Será q uma presilha de cabelo conta como a terceira...??
4 bandas q eu gosto muito:
-Foo Fighters (alguém duvidou que eles estariam aqui, por um segundo??)
-Queen
-Good Charlotte
-Duran Duran (‘cause i’m a 80’s child)
3 coisas q eu realmente quero...
-Um bom emprego
-Escrever mais, e melhor, e sempre
-Encontrar aquele cara especial (que já ta mais do que atrasado :P)
3 lugares q eu quero ir nas férias (o primeiro eu vou com certeza, os outros, um dia...):
- Recife (em Julho!! Ae!)
-Europa (todinha ^^)
-Perth, Austrália (pq eu me apaixonei por esse lugar... Culpa do Travel Channel :P)
E não vou amaldiçoar ninguém. Esses questionários são uma mão na roda quando a gente está sem saber o q escrever... :D Ao q eu sou agradecida!


AGAIN.
Acho que elas não gostam de Direito Administrativo (não que eu seja uma grande fã também ><), ou não gostam de gripe, ou não gostam dessa confluência astral na qual me encontro. Os fatos são:
E eu sempre posso esperar a gripe passar...
Ah, graças à Pri, eu tenho um Myspace agora (o link está aí do lado... Em algum lugar). Só que ela não me aceita como amiga. Hahaha. Pri, u're mean!!
Eu tbm estava pensando em mudar o visual do blog. De novo,hahah. mas isso só vai acontecer qdo eu encontrar a imagem certa...
E acho q vou ver a reprise de Bones e esperar os 45 remédios que eu estou tomando fazerem efeito...:-<

Eu não sou muito fã de leite. Mas como tem que tomar, pelo bem dos ossos, do cálcio, etc , etc, comprei hoje uma caixa de leite achocolatado. Com esse meu “q” por embalagens frescas (adoro design de embalagens, de rótulos e a dita ‘arte de consumo’), escolhi um leite todo bonitinho, da Batavo. O Chocomilk (que eu acabei de descobrir agora q é “bebida láctea” e não leite. Whatever.)
As instruções para abrir dizem algo do gênero “gire suavemente a tampa para abrir a embalagem”. O que aconteceu prova duas hipóteses: a primeira é que eu não compreendo o conceito de “suavemente”. A segunda, é que eu não sei seguir instruções.
Lá fui eu abrir o leite e terminei, uns 15 segundos depois, com uma caixa arrebentada na mão esquerda, o bocal plástico e a sua respectiva tampa na mão direita e quase meio litro de leite espalhado em cima da pia. Eu me senti que nem o Joey naquele episódio de Friends em que ele vai gravar um informercial sobre um dispositivo para nunca mais rasgar as caixas de leite – e se sentir feito o Joey nunca é realmente bom... (Não achei essa cena no youtube! Shame on you, youtube!!)
I am such a loooooooser :P. Não só não ando nada literária como ainda fico por aí esparramando leite na pia...
E assim tem sido meus dias, meus amigos... :P
"Como assim, Debbie, tá ilegível, tá mto pequeno..."
Cliquem na imagem que ela fica do tamanho certo.

Eu ando carente. Não sei se é alguma conjunção astrológica-hormonal, mas o fato é que esse sentimento (que está sempre presente de uma maneira subjacente) vem se intensificando esses dias. Não é carente dos amigos, nem da parte boa da família, nem de peia (“surra”, para os não-cearenses), como diria a minha mãe. É uma carência bem específica.
Eu quero um homem. Alguém pra gostar, cuidar e até se aborrecer com aquelas atitudes meio incorrigíveis que nós todos temos.
Eu tive essa epifania enquanto estava na fila do banco (ok, ok – esperar duas horas na Caixa Econômica não é o melhor lugar do mundo pra se ter uma revelação de nenhum gênero). Enfim, lá estava eu, estranhamente sem nenhum livro – parte essencial do meu kit “ida ao banco”. E vcs sabem... Uma mente desocupada é um perigo. A gente acaba pensando. E foi justamente o que me aconteceu – eu fiquei pensando... E foi justamente a demora que provocou isso.
Duas horas de fila.
Duas horas de fila e ninguém iria sentir minha falta pelo atraso inexistente. E eu me peguei fantasiando como seria bom se alguém de repente, sentisse minha falta (na minha fantasia, “alguém” parece uma versão mais jovem do Dave Ghrol. É, eu tbm sei que ele pode até nem parecer material para devaneios – mas pra mim, ele é o homem mais lindo do mundo. Dane-se.). E esse alguém, movido pela saudade, me telefonasse. Ou viesse conferir se alguém tinha me abduzido dentro do banco. E se aproximasse de mansinho, me arrancando do momento de abstração com um “Amor, que aconteceu? Vc estava demorando tanto que eu vim ver se estava tudo bem”. Um gesto de afeto e de preocupação, e então ele ficaria lá, seu braço nos meus ombros, falando aquelas abobrinhas que os casais falam entre si. Eu quero alguém assim - pra andar de mãos dadas. Não é como se eu quisesse uma daquelas obras de arte perdidas do Da Vinci. Ao menos, não deveria ser...
Pensar sobre isso e constatar que eu não tenho isso (pior, nem tenho mta perspectiva de ter isso em qq momento breve) me fez encher os olhos d’água. Juro. Eu podia culpar os hormônios pelo acontecimento no mínimo brega. Mas hormônio nenhum explicaria a maneira como o meu coração se ressentiu dessa solidão. E eu acredito que isso não é exclusividade minha – afinal, eu conheço várias e várias garotas tão boas qto eu que também se sentem assim. É um sentimento meio generalizado. Uma triste constatação de que algo está faltando – e não é possível que todos os homens sejam uns galinhas que não servem nem pra limpar o chão. É matematicamente improvável.
Uma vez, um desses galinhas me acusou de ser muito exigente. Insinuou até que a culpa era dos romances que eu vivia lendo e seus galãs perfeitos. Isso pq ele tinha uma namorada oficial, um rolo com uma outra guria e queria me encaixar nas noites de quinta feira – obviamente longe de qq comparação com os caras dos romances da Harlequin. Mas eu não me vejo assim tão carrasca (ou tão ingênua) qdo o assunto é relacionamento. Tenho exigências?! Sim, algumas. Mas nada tão complicado (ao menos à primeira vista):
O que eu sei é que estou cansada dessa solidão que não me deixa, e ao mesmo tempo desanimada pela carência de possibilidades. E que detesto essa ausência dentro de mim, tanto carinho pra dar e ninguém para receber. Que tremendo desperdício.